3 de outubro de 2009

Enquanto revirava as gavetas,

procurando os fones de ouvido, acabou por encontrar as fotos. Aquelas que um dia estiveram no mural, do lado da cama. As quais não olhava sem saber a razão, mas desconfiava que tinha a ver com o medo de sentir alguma coisa. E alí, na gaveta, percebeu que as fotos não evocaram nenhum sentimento adormecido. Sequer sabia quem aquela pessoa tinha se tornado, já que faziam uns meses que não se falavam. Aliás, desde o dia em que um virou as costas para o outro, não tinham se falado. E o que ela achava que fazia falta, já nem importava mais. Percebeu que estava melhor assim, que podia se virar sozinha. E que mesmo nas noites frias, em que nada mais faz sentido, era melhor abraçar o urso de pelúcia – que nunca desapontara – do que estar acompanhada, e .
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Do flog: http://www.fotolog.com.br/algodaaodoce/66696401, perfeito! :') Como sempre, encontro ai todas as coisas que eu gostaria de escrever aqui sobre alguém ou algo e não consigo...

3 comentários:

Fe disse...

Adoreeii =D
E é verdade. De repente, o que fazia tanta falta já nem importa mais.

Ah! Pode fazer o post com as comunidades sim! Já to cuiriosa pra ver as comus que vc vai colocar... hehhe ;]

bjaooo.

Joy disse...

Por incrível que pareça eu não sinto muita falta, mas continuo sempre pensando nas coisas que aconteceram e nas pessoas que passaram pela minha vidinha...

Bjos

carol disse...
Este comentário foi removido pelo autor.

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