27 de dezembro de 2009

Luxúria.


Composição: Isabella Taviani

Dobro os joelhos quando você, me pega
Me amassa, me quebra, me usa demais...
Perco as rédeas quando você demora, devora, implora
E sempre por mais...
Eu sou navalha cortando na carne
Eu sou a boca que a língua invade
Sou o desejo maldito e bendito
Profano e covarde...
Desfaça assim de mim que eu gosto e desgosto
Me dobro, nem lhe cobro rapaz!
Ordene, não peça; muito me interessa
A sua potência seu calibre, seu gás...
Sou o encaixe, o lacre violado
E tantas pernas por todos os lados
Eu sou o preço cobrado e bem pago
Eu sou um pecado capital...
Eu quero é derrapar nas curvas do seu corpo
Surpreender seus movimentos, virar o jogo
Quero beber, o que dele
Escorre pela pele e nunca mais esfriar minha febre...
Eu quero é derrapar nas curvas do seu corpo
Surpreender seus movimentos
Virar o jogo, eu quero é beber, o que dele
Escorre pela pele e nunca mais esfriar minha febre...
Desfaça assim de mim que eu gosto e desgosto
Me dobro, nem lhe cobro rapaz!
Ordene, não peça; muito me interessa
A sua potência, seu calibre, seu gás...
Sou um encaixe o lacre violado
E tantas pernas, por todos os lados
Eu sou o preço cobrado e bem pago
Eu sou um pecado capital...
Eu quero é derrapar nas curvas do seu corpo
Surpreender seus movimentos
Virar o jogo quero beber, o que dele
Escorre pela pele e nunca mais esfriar minha febre...
Eu quero é derrapar nas curvas do seu corpo
Surpreender seus movimentos
Virar o jogo, eu quero é beber, o que dele
Escorre pela pele
E nunca mais esfriar
Nunca mais esfriar
Nunca mais esfriar
Minha febre...

2 comentários:

Bruna Bianconi disse...

Gostei dessa letra :)

Thainá Vivas disse...

É um texto, uma música?
Gostei! =D

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails