4 de julho de 2010

Eu e as mesmas coisas de sempre

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Mal tenho aparecido por aqui. É que sabe o que é, gente? Estou tão perdida! Ando pensando em muitas coisas. Estou em uma fase onde estou tendo que fazer escolhas (sérias!) e assumir responsabilidades (mais sérias ainda!).
Depois que pedi demissão do escritório (não sei se vocês se lembram disso Oo') eu fiquei um tempo sem emprego. Estava tudo bem, só estudando e fazendo o que tinha que fazer, sem sair muito, sem muita animação, até que eu recebi uma proposta para ir até uma loja, pra ver como é. Sem ter noção de como funcionava, eu fui e aceitei. Dois dias depois já estava de cabelo em pé, e começando a duvidar da minha capacidade de resolver e aprender as coisas. Dentro de 2 meses as duas funcionárias (que pediram demissão no mesmo dia) iam ir embora, e a partir de então, eu seria a encarregada dali pra frente, de tudo o que elas faziam. Contrataram outra pessoa para ficar junto comigo, que é bem difícil de se lidar, tem um jeito bem irritante e as vezes abusa da minha boa vontade e paciência. As 2 foram embora e estou sozinha com essa outra doida que é mais atrapalhada que eu (mas no fundo, BEM no fundo, é uma boa pessoa...rs).
Então, me vejo agora, prestes a ser registrada. Sim, o meu primeiro registro em carteira. É bom, experiência... MAS, eu estou muito insegura ainda, com medo de não conseguir fazer o que tenho que fazer. A marcação em cima de mim esta muito forte. Ninguém ainda esta acostumado com o meu jeito, e tudo o que eu falo, encaram como se eu estivesse respondendo e desacatando ordens. Mas não é isso, eu juro! Eu sou assim, kct. Desligada, as vezes falo sem pensar, as vezes resmungo demais, mas na maioria das vezes (que eu me lembre), não é de coração.
É difícil. Parece que quanto mais eu faço, menos agrado. As vezes penso que eu deveria ter ido embora enquanto dava tempo... Mas por medo de desistir (mais uma vez) eu acabei ficando por lá e me envolvi muito, tanto que agora não tem mais jeito. Eu não vou deixar ninguém na mão. A essa altura do campeonato, é mais fácil eu "só viver" e deixar que o tempo (sempre o tempo) resolva tudo e me envie respostas coerentes para os meus "porquês". As vezes da vontade de mandar todo mundo pro inferno, mas ai penso que é bom eu ir parando de reclamar, porque tem tanta gente ai precisando das coisas... E eu meio que reclamando de barriga cheia! Só que eu não sou de ferro. Tenho sentimentos, que aliás, são bem sensíveis (ainda mais no alge da minha TPM!).
Em meio a toda essa chuva de pensamentos, até reconsiderei a possibilidade de voltar a visitar a minha psicóloga, rs. Talvez conversar com alguém que estudou para entender a cabeça confusa de adolescentes e afins, ajude, pelo menos, a desabafar. Apesar de tudo, também penso que se eu não começar de algum lugar a fazer alguma coisa, vou começar de onde? Quando vou começar a construir a minha vida fora das asas da minha mãe e fora das paredes do meu quarto?
Não sei se eu fiz a escolha certa em ter ficado por lá, ou se fiz a maior cagada da minha vida. Não estou na melhor fase. Meio sozinha. Cabeça cheia de caraminholas... E por ai vai.
Viram? Totalmente perdida.
Tenho medo do inserto. Tenho medo do futuro.
Agora chega de pensar.
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P.s: não esqueci dos selinhos que ganhei, só ainda não encontrei o momento oportuno e de inspiração para posta-los :)

Um comentário:

mila disse...

As pessoas às vezes interpretam mal nossas ações, mas se você acha certo continuar, continue! No fim você será recompensada por tudo isso, acredite. Beijos! :*

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